sábado, 26 de junho de 2010

A Engenharia do (Fiat MIO)

To de boca aberta com a fiat este ano!!!!!

Um otimo exemplo de engenharia...


Vamos acompanhar o processo de construção e montagem...

Mais informações sobre o MIO

Muito show de bola o projeto desse carro da Fiat.
A Fiat esta a todo vapor esse ano.
Esta em destaque...

Fiat MioMaking Of do Fiat Mio Concept CarFiat Mio, o primeiro automóvel desenvolvido de forma colaborativa.Blog Galeria Video .postado por Fiat Brasil
20
FevFCC III – O Fiat Mio da FIAT.

O futuro é o intervalo de tempo que se inicia após o presente e não tem um fim definido. Como será o automóvel do futuro? Terá ligações com o meio de transporte que conhecemos hoje?

Há 30 anos, olhávamos os Jetsons pela TV e imaginávamos carros voadores. Na verdade, os automóveis em sua grande maioria ainda são movidos por um motor a combustão, com volante, quatro rodas e um ser humano às vezes distraído ao volante. Isso vai mudar?

A Fiat, em uma iniciativa pioneira dentre as fabricantes de veículos no mundo, convocou a ajuda de todos vocês para entender, projetar e construir o carro do futuro. Queremos agradecer a todos que já participaram e convidá-los uma vez mais para que nos tragam sua visão de como é o carro ideal. Agora, vamos poder acompanhar e opinar sobre o desenvolvimento do FCC III, que será construído a partir das idéias fornecidas por mais de 13 mil pessoas, em mais de 140 países.

O resultado deste trabalho de pesquisa e desenvolvimento conjunto será exibido no Salão Internacional do Automóvel de 2010, em outubro, em São Paulo. As tendências analisadas nos pedidos, sugestões e demandas dos participantes do Mio geraram a seguinte síntese: um veículo compacto, ágil, confortável e seguro, com novas soluções para o trânsito das grandes cidades, motorização livre de poluentes, capacidade de receber atualizações, personalizações e mudanças de configuração, e que ofereça uma evolução na interface entre os automóveis e seus usuários.






Fiat MioMaking Of do Fiat Mio Concept CarFiat Mio, o primeiro automóvel desenvolvido de forma colaborativa
MarEpisódio 2 FCC III – o Fiat Mio da FIAT.As linhas guia que você vai conhecer agora representam os conjuntos de referências e os caminhos utilizados pela Fiat no desenvolvimento do FCC III. O Fiat Concept Car III é uma interpretação elaborada por nossos designers, engenheiros e pesquisadores a partir de tudo o que foi discutido, sugerido e analisado pelos mais de 14 mil participantes cadastrados no projeto Fiat Mio.

Para você entender um pouco mais desse processo, tudo começa com uma análise aprofundada das ideias enviadas para o fiatmio.cc. A partir daí, nossos profissionais procuram entender quais as necessidades dos participantes, seus costumes, suas referências culturais, tendências visuais e preferências de estilo. O briefing determinado pelos internautas é a base fundamental de todo o projeto, mas o nosso trabalho vai muito além: nós interpretamos as necessidades e demandas dos participantes do Mio no presente para entender qual será a realidade desejada no futuro.

Estamos pensando à frente, utilizando todo o nosso know how sobre as tecnologias dos próximos anos para desenvolver as ideias coletivas do Mio. Aqui na Fiat, a gente não se contenta com as formas de hoje: nós queremos criar soluções para o amanhã.



Fiat MioMaking Of do Fiat Mio Concept CarFiat Mio, o primeiro automóvel desenvolvido de forma colaborativaAbrEpisódio 3 FCC III – o Fiat Mio da FIAT.
Depois de conhecer as impressionantes propostas de design externo, é hora de dar uma olhada nas sugestões para o interior do FCC III. Elas também foram moldadas a partir das duas linhas guia de design que norteiam esse projeto, Precision e Sense, e buscam transformar em realidade as ideias e conceitos que a maioria dos usuários criou ao longo do projeto Fiat Mio. Confira




AbrEpisódio 4 FCC-III – o Fiat Mio da FIAT.Chegou a hora de você saber qual linha-guia, Precision ou Sense, foi a escolhida para direcionar o desenvolvimento do FCC-III. Sem mais delongas, vamos ao episódio





fonte :http://www.fiatmio.cc/makingof/pt/category/video/

Modelagem 3D (FIAT MIO) CARRO CONCEITO

O QUE SÃO OS CARROS CONCEITO?
O Fiat Concept Car III (FCC-III) é o carro conceito que a Fiat apresentará no Salão do Automóvel de 2010, assim como fez em 2006 e 2008 com os FCC-I e FCC-II respectivamente. O FCC-III é inteiramente inspirado nas ideias enviadas pelos usuários através do projeto Fiat Mio. Será um carro projetado para o futuro, pensando nos seus sonhos.

Para entender o Mio, retomamos o pensamento de um grande italiano, o artista Michelangelo. O mestre da escultura acreditava que qualquer bloco de pedra pode esconder uma grande obra de arte, basta saber lapidar e retirá-la deste material bruto. É isso o que a Fiat pretende. O Fiat Mio é um projeto participativo, onde reunimos as pessoas e suas ideias para criar um imenso bloco. Este bloco será a matéria prima de onde vamos extrair um grande projeto para as próximas gerações.
Após criar um modelo matemático do carro em 3D a partir dos desenhos propostos pelos designers, vamos esculpir um modelo feito de argila do FCC-III em tamanho em real. É o que chamamos de Modelagem em Clay,

terça-feira, 22 de junho de 2010

Carros no Cinema

Batmóvel, da série de filmes Batman

Nos famosos quadrinhos dos anos 1940, o herói Batman utilizava vários automóveis, mas nenhum modelo de série. Os carros eram sempre caricaturados e por ocasião do início da produção dos novos episódios da Dupla Dinâmica, nos anos 1960, surgiu a necessidade de criar um veículo permanente. Assim surgiu o lendário Batmóvel (Batmobile), encomendado a George Barris, famoso construtor de automóveis especiais.


Mach 5, do filme Speed Racer

Criado no Japão, em 1960, o Mach 5 é o carro do piloto de automobilismo de ficção Speed Racer. Inspirado na Ferrari Dino, o veículo foi dado a Speed por seu irmão Rex. Ele tem alguns recursos especiais como: controle de tração, macaco automático, capota blindada e webcam. As cores são uma referência à bandeira do Japão e o design lembra os atuais veículos de Fórmula 1, com o bico tubarão. O Mach 5 ainda é anfíbio e pode ser usado como barco. Para isso, é possível ativar o controle F, que aciona a câmera acoplada ao periscópio (aparelho usado para olhar a superfície do mar, em submarinos) e tanques de oxigênio instalados atrás do banco do piloto e do carona.


De Lorean, da trilogia De Volta para o Futuro

Na época da produção do primeiro De Volta para o Futuro, o De Lorean DMC-12 já não era mais fabricado e só ganhou status por aparecer na trilogia. Ele surgiu na história quando Emmett diz a Marty para se encontrarem às 1h30 da madrugada do dia 26 de Outubro de 1985, no estacionamento do Centro Comercial Dois Pinheiros, local escolhido para um novo experimento científico. Assim que chega ao local, Marty encontra Einstein, o cão de Emmett, e, para seu espanto, um automóvel De Lorean saindo, envolto numa nuvem de fumaça. Nele, estava Emmett que diz a Marty tratar-se da nova experiência que tinha preparado: Uma máquina do tempo que funciona através da energia cinética do movimento do carro. Era necessário acelerar o automóvel até 88 mph (140 km/h) que, consequentemente, produziria uma energia elétrica de 1,21 GW e transportario o veículo para a data programada.


Herbie, de Se Meu Fusca Falasse e seus remakes

Herbie é o fusca mais famoso da história do cinema e apareceu em seis filmes, todos eles produzidos pelos estúdios Disney: Se Meu Fusca Falasse , de 1969; As Novas Aventuras do Fusca, de 1974; Um Fusca em Monte Carlo, de 1977; A Última Cruzada do Fusca, de 1980; Se Meu Fusca Falasse 2, de 1997, e o mais recente filme Herbie - Meu Fusca Turbinado, de 2006, que teve como protagonista a atriz Lindsay Lohan. Herbie é um Volkswagen Fusca 1963, de cor branco pérola (código VW L87), com vida própria e uma incrível inteligência, carisma e personalidade. É um carro desprezado que vai parar nas mãos de Jim, um piloto de corridas fracassado, que ganha confiança e começa a vencer várias corridas, graças ao carro. Sua marca registrada são suas linhas, que remetem a um carro de corrida, e o número 53, pintado na sua parte frontal.


Ferrari 1961 de Curtindo a Vida Adoidado

“Pode confiar no garagista, ‘ele é profissional’...” No filme, Ferris convence o amigo Cameron a emprestar a rara Ferrari 1961 de seu pai. Todas as tomadas de inserção da Ferrari foram feitas em uma verdadeira Ferrari GT California e os carros usados em wide shots eram obviamente reproduções. Como existem somente 100 desses carros pelo mundo, é muito caro destruir um deles e, para isso, foram feitas algumas réplicas. Mais tarde, o modelo Ferrari GT Califórnia tornou-se o mais caro automóvel já vendido num leilão, quando o ator Chris Evans adquiriu um exemplar, em 2008, por cerca de US$ 11 milhões.


A Kombi Amarela de Pequena Miss Sunshine


Diante de uma situação familiar um pouco estável, com cada membro da família sofrendo suas peculiares diferenças e problemas, surge a notícia de que a menina Olive foi classificada no concurso Pequena Miss Sunshine, na Califórnia. Sai então toda a família: O avô de Olive; o pai Richard; a mãe; o tio Frank; e o irmão mais velho Dwayne, para levar a pequena e sonhadora garota, com o único meio de locomoção que pode levar toda a família, uma Kombi amarela. O carro se torna também um personagem quando ela começa a enguiçar e todos têm que esquecer seus problemas individuais, se juntar e ajudar para que ela funcione e os leve à Califórnia a tempo do concurso.

Curiosidade: Cinco Volkswagen Kombi idênticas foram usadas durante as filmagens



Pussy Wagon, da série Kill Bill

O filme de Tarantino chama atenção por vários aspectos, mas é impossível esquecer da famosa Pussy Wagon, a pick up amarela de Buck, o enfermeiro maldoso que "cuida" de Beatrix Kiddo no início do filme. O modelo é uma Chevrolet Silverado SS amarela e brilhante e que hoje está em posse do próprio Quentin Tarantino, que a emprestou a Lady Gaga e Beyoncé para a gravação do clipe Telephone.


O Furgão-Cachorro de Débi e Lóide

Lloyd leva uma garota charmosa até o aeroporto e percebe que ela esquece uma mala no saguão do local. Desesperado, tenta devolver a maleta à garota, mas não consegue e convence seu amigo Harry a ir com ele até Aspen (destino da garota). Harry só decide ir porque divide com ele o carro: um furgão “fantasiado” de cachorro, com língua e tudo, que marcou o clássico dos anos 1990.


O General Lee de Os Gatões


O negócio da família Duke é a venda de bebida ilegal, fabricada pelo tio Jesse. Luke e Bo são primos e os responsáveis pela entrega das bebidas, que é feita através de um Dodge Changer laranja, apelidado de General Lee. Luke e Bo volta e meia enfrentam problemas com a polícia, o que faz com que tenham que andar sempre em alta velocidade. O carro marcou época com a série de TV Os Gatões, nas décadas de 1970 e 1980, e voltou com tudo em 2005, com o filme remake da série, estrelado por Johnny Knoxville.


O Ghostbusters Ecto-1 de Caça-Fantasmas

Um Miller-Meteor Cadillac Fleetwood, de 1959, é o veículo original coberto de bugigangas tecnológicas (para a época) que se tornou o famoso Ghostbusters Ecto-1, meio de transporte dos quatro caçadores de fantasma. As "capacidades" do carro nunca foram mostradas realmente no filme, mas o veículo tornou-se um dos mais queridos pelos cinéfilos e fãs da série de filmes dos Caça-Fantasmas.

Curiosidade: A versão miniatura do Ghostbusters Ecto-1 vendeu mais de um milhão de unidades ao redor do mundo.

CARRO DE VAMPIRO!!!!


Crepúsculo: Vampiro Edward Cullen dirige Volvo XC60

Nos livros, o herói Edward Cullen dirige um Volvo prateado S60R



A saga Crepúsculo está mais uma vez em evidência, conforme se aproxima a estréia mundial (30 de junho) do terceiro filme da série, “Eclipse”. Para não perder a maré do famoso vampiro, a Volvo novamente coloca Edward Cullen dentro de um Volvo XC60. O webMotors já avaliou o SUV da marca sueca e concluiu: o Volvo XC60 é a opção mais racional para o usuário fugir dos tradicionais utilitários esportivos.

Nos livros, o herói Edward Cullen dirige um Volvo prateado S60R. Contudo, quando chegou a hora de fazer o filme, a Volvo já não produzia o S60R, então um Volvo C30 foi usado no primeiro filme e um XC60 nos dois seguintes. Em release a marca sueca afirma que: Como os fãs da saga do Crepúsculo são leitores assíduos e extremamente entusiasmados com relação à série, é importante que os filmes sejam tão fiéis quanto possível aos livros. É por isso que a Volvo encontra-se na incomum situação de ter seus produtos em uma das mais bem-sucedidas produções cinematográficas de todos os tempos.

“A oportunidade de participar de uma produção desse porte é única. Uma vez que Edward dirige um Volvo nos livros, nossa participação é tanto digna de crédito quanto lógica”, comenta Oliver Engling, gerente de projetos da campanha de Eclipse, da área de Desenvolvimento Global de Comunicações da Volvo Cars.

Filmes e Carros

- Segundo pesquisas da marca a participação da Volvo no primeiro filme levou a um aumento nas vendas do Volvo C30 em diversos países, particularmente no mercado norte americano. Após o lançamento de Lua Nova, as concessionárias relataram aumento de interesse no Volvo XC60 e notaram que os consumidores iam a showrooms para fotografar seus filhos no “carro do Crepúsculo”.

- Na produção Lua Nova, além do Volvo XC60, aparecem na película os seguintes veículos: Buell XB 9S (moto), Chevrolet C-10 (picape antiga), Honda Civic (sedã e coupé), Jeep Wrangler, Mercedes-Benz Classe S, New Holland TN-Series (trator), Nissan Sentra, Porsche 911 Turbo e Yamaha TW 200 (moto).

- Antes de chegar às lojas, o novo Ka Europeu apareceu no trailer de James Bond

- No filme Casino Royale, James Bond pilotou o sedã Ford Mondeo e um Fiat Panda em uma das cenas

- Nossa fonte: Site registra mais de 237 mil cenas de veículos nas telas

domingo, 20 de junho de 2010

GOLF 2011 ( EUROPA)







Um baita carrão....
Pena que leva alguns anos para ser lançado aqui no brasil...

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Carros Tunados







Algumas fotos de carangos tunados

terça-feira, 8 de junho de 2010

Obrigatoriedade da cadeirinha em carros de passeio começará a valer em 1º de setembro


O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu nesta terça-feira (8)de Junho de 2010 que o novo prazo para a obrigatoriedade do uso de assentos infantis especiais para crianças com até 7 anos e meio de idade será no próximo dia 1º de setembro .
O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) resolveu definir um novo prazo após a constatação da falta do produto no mercado. Anteriormente, a medida estava marcada para entrar em vigor nesta quarta-feira (9).
“Está havendo sim uma dificuldade dos pais para encontrar as cadeirinhas, mas isso ainda não pode ser considerado um desabastecimento, mas, sim, uma falta pontual do produto”, afirma Élio Santini, membro da Associação Brasileira de Produtos Infantis (Abrapur).
Ele afirma ainda que a falta de uma forte campanha por parte do Denatran para conscientizar as pessoas do uso dos assentos especiais é a culpada pela ausência do produto no mercado. “Precisávamos de uma campanha desde que a resolução foi aprovada, em 2008. O problema é que as pessoas começaram a falar da medida somente agora e, por isso, houve este pico exagerado na procura”.
A importadora Divicar, do Rio Grande do Sul, por exemplo, já não tem cadeirinhas em estoque. "Já fizemos uma programação com o nosso fornecedor e entre 30 e 45 dias acredito que já voltaremos a poder distribuir o produto”, disse Marcelo Paiz, supervisor de vendas da empresa.

Detalhes
A resolução do Contran, aprovada em 2008, prevê multa gravíssima de R$ 191,54, além da perda de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e retenção do veículo até que o assento seja colocado.
De acordo com a nova medida, os recém-nascidos com até um ano de idade devem ser transportados no bebê-conforto. De um a quatro anos, as crianças devem ir em cadeirinhas. Já entre quatro e sete anos e meio, o ideal é que utilizem o booster -- assento elevatório.
Com relação às crianças entre sete anos e meio e dez anos de idade, o correto é viajar somente no banco traseiro, com a utilização do cinto de segurança.
Segundo especialistas, a nova regra busca corrigir uma deficiência da legislação em vigor, que obriga a utilização do cinto de segurança inclusive no banco traseiro, mas não especifica nem exige que haja um equipamento adequado para as crianças.
De acordo com relatório da OMS (Organização Mundial da Saúde) divulgado no ano passado, a utilização correta da cadeirinha reduz em 70% a possibilidade de morte de um bebê em acidente.
Há, porém, obstáculos e deficiências que colocam em xeque o sucesso da medida. Segundo a entidade, dos 178 países avaliados, embora a norma existisse em mais de 90% dos ricos e 20% dos pobres, em apenas 14% a lei era eficiente.

Valores
Os modelos dos assentos podem variar entre R$ 80 e mais de R$ 1.000, valores considerados altos para a população de baixa renda. No entanto, na opinião do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab (DEM), o valor não é um empecilho para o cumprimento da lei.
"Se um cidadão tem um filho e teve recursos para comprar um carro, não é possível, é inadmissível que ele não tenha recursos para comprar essa cadeirinha. Seria imperdoável que algum pai ou mãe pudesse dar esse argumento", justificou Kassab no mês passado.

Certificação do Inmetro
Existem atualmente 97 modelos de cadeirinha, assento de elevação ou bebê conforto, entre importados e nacionais, com o selo do Inmetro.
Segundo o órgão, antes de comprar o acessório, os pais devem levar em consideração o peso e a altura da criança. Há dispositivos de retenção que podem ser usados por crianças de até 10 anos aproximadamente.
A obrigatoriedade da certificação para os fabricantes começou a vigorar em maio de 2008 em todo o país. Segundo o Inmetro, aumentar a segurança das crianças nos carros foi o principal motivo para que a certificação se tornasse compulsória.
“Observamos que apenas os adultos tinham cintos de segurança e avaliamos que as crianças também deveriam contar com um artigo adicional, por isso optamos por tornar a certificação obrigatória nos dispositivos de retenção”, resume Alfredo Lobo, diretor da qualidade do Inmetro.
Porém, segundo o Inmetro, ainda que os dispositivos tenham sido avaliados e tenham apresentado desempenho satisfatório, a instalação adequada é fundamental para diminuir as consequências de choques dos veículos.

Transporte escolar

O Ministério Público Federal instaurou inquérito para apurar o motivo de exclusão de transportes coletivos --como ônibus e vans escolares-- da lei que obriga o transporte de crianças, nos bancos traseiros de carros, em cadeirinhas adequadas de acordo com a idade.
Segundo o procurador Regional dos Direitos do Cidadão, Jefferson Aparecido Dias, “essas exceções foram editadas sem qualquer razão lógica ou jurídica, e coloca em risco a vida das crianças passageiras desses veículos excluídos da obrigatoriedade do uso da cadeirinha de segurança”.
Segundo o Denatran, já existe um projeto para estender a obrigatoriedade também ao transporte escolar, porém isso deve acontecer somente quando forem regulamentadas as resoluções sobre o transporte escolar em geral, que estão sendo discutidas em uma das câmaras temáticas do Contran.
"A regulamentação pode ocorrer a qualquer momento, quando terminarem os estudos. Mas não há um prazo. Depois disso, os perueiros também terão um tempo para adaptar os veículos, assim como ocorreu com a população em geral, no caso das cadeirinhas, cuja mudança foi aprovada há dois anos", explica Alfredo Peres da Silva.

Fonte Site Uol.
*Com informações da Folha de São Paulo e da Agência Estado

DodgeDart 1973



As fotos são de DodgeDart ano 1973
Enviadas pelo colega Blogueiro Joelson

acessem o blog do colega:
http://avidadesolteiro.blogspot.com/

sexta-feira, 4 de junho de 2010

Motocas Show de Bola

De todos os estilos os gostos e bolsos..




Loucura!!!! Triciclo V8


Eu já vi com Motor de Fusca,Motor VW AP ...mas esse é Novo...



V8 nervosão!!!!!

A lendária Viúva Negra





A RD chegou ao Brasil em 1974, dois anos antes da proibição da importação de veículos, e logo ficou conhecida como "viúva-negra" -- uma das mais perigosas aranhas venenosas -- em alusão a seu alto desempenho. Nas ruas era comum vê-la disputando "rachas de sinal" com a Honda CB 750, a "sete-galo" (galo é o animal correspondente ao número 50 no jogo do bicho), já que a CB 500, a Suzuki GT 380 e outras motos de média cilindrada não ofereciam potência à altura da RD.

A vantagem da Yamaha ficava ainda maior com o emprego de escapamentos dimensionados, que traziam maior potência, mas jogavam o torque máximo para um regime ainda mais alto. O ruído estridente do motor em aceleração total ainda deve estar na memória de muitos aficionados. Mas, além das limitações dos freios, suspensão e -- não raro -- de habilidade do piloto para tanto desempenho, a RD 350 impunha outros desafios.


Era comum que a vazão da bomba de óleo (Autolube) estivesse fora do padrão (muitos acreditavam que a fábrica fazia isso para evitar ao máximo que os motores quebrassem) e que a mistura de marcha-lenta estivesse rica demais. Se o usuário não fosse atento a estes ajustes e a conduzisse muito tempo em baixa rotação, as velas acabavam-se em 1.000 quilômetros e o motor produzia fumaça azulada excessiva, com a saída do escapamento sempre oleosa.

Em 1976, já com as importações fechadas, a Yamaha aumentava sua cilindrada para 400 cm3, ampliando o curso dos pistões para 62 mm, e adotava freio traseiro a disco e rodas de alumínio. A potência subia pouco, para 40 cv a 7.000 rpm, mas o torque máximo passava a 4,2 m.kgf a 6.500 rpm, indicando uma "domesticação" do agressivo motor. Dois anos depois era adotada ignição eletrônica.

Em 1985 a RD era toda remodelada na aparência, ganhando ar moderno e esportivo. A carenagem, ainda parcial, vinha fixada ao quadro, não mais movendo-se junto do guidão, assim como o painel e os retrovisores. Estes, por suas formas arredondadas, aqui ganhariam o apelido de "orelhas do Mickey". Farol e lanterna traseira eram retangulares, havia um pára-brisa maior, uma bela tampa do tanque de combustível e escapamentos pretos com silenciadores em tom de alumínio. Novo ganho de potência vinha no modelo 1986, que passava a 63 cv a 9.000 rpm.
Nesse ano concretizava-se, enfim, a fabricação da RD 350 LC no Brasil. Da nova unidade da Yamaha em Manaus, AM, começava a sair a moto mais esportiva já produzida no Brasil. Visual e mecanicamente era igual à japonesa, exceto pela taxa de compressão mais baixa (5:1) e por uma redução de potência, ambas por causa da gasolina nacional de menor octanagem: 55 cv a 9.000 rpm, com torque máximo de 4,74 m.kgf a 8.500 rpm. Outra perda era a torneira de combustível comum substituindo a automática, que só liberava o fluxo com o motor ligado.

A demora em sua nacionalização trouxe um efeito colateral: em vez da CB 450, a nova "viúva-negra" enfrentava na linha Honda a CBX 750F, lançada meses antes, que embora menos esportiva tinha quatro cilindros, bom torque em baixa rotação e 82 cv. Embora nossa RD andasse muito bem, com velocidade máxima de quase 200 km/h e aceleração de 0 a 100 km/h em cerca de 6 s, a "sete-galo" dos tempos modernos era ainda mais veloz e rápida, com 210 km/h e 5,5 s. Mas custava bem mais.

Do Brasil para o mundo Uma decisão da matriz fez com que em 1987 a produção da LC fosse concentrada no Brasil, sendo descontinuada no Japão. Com isso a moto recebia carenagem integral, como em uma das versões estrangeiras, novo garfo importado Showa e discos de freio perfurados, sendo rebatizada RD 350 R. A palavra Export, ou exportação, aparecia com orgulho na carenagem para informar que Manaus tornava-se a origem das RD vendidas em países europeus, como Itália e Espanha.



Apenas os tradicionais cores-e-grafismos foram modificados até que, na linha 1991, a Yamaha apresentou uma reestilização. A RD adotava carenagem integrada às tampas laterais, de modo a ocultar o quadro, e dois faróis redondos, em vez do único retangular, lembrando grandes esportivas da marca como a FZR 1000. Os retrovisores já não pareciam as orelhas do personagem de Walt Disney, o afogador estava em melhor posição e a aparência geral se revitalizava, após seis anos no mercado internacional.


A Honda já oferecia à época a bela -- embora menos potente -- CBR 450 SR, criando uma concorrência que evidenciava o envelhecimento da RD. A maior desvantagem da Yamaha, porém, estava no conjunto quadro-suspensões: em muitos mercados havia sido substituída pela TZR 250, dotada de quadro de dupla viga, tipo Deltabox, como nas motos de competição de velocidade e quase todas as esportivas de rua do mundo. Não por acaso, era o quadro adotado pela CBR.

Uma tentativa de melhorar sua estabilidade foi feita, no mesmo modelo 1991, com os pneus Pirelli MT 75 no lugar do antigo Phantom. Desenvolvidos para equipar a nova 450 da Honda, em aro 17 pol, foram de certo modo adaptados ao aro 18 pol da Yamaha. Apesar de melhores que os antigos, sua aderência ainda não atendia às necessidades da 350.
Mas não foi só por isso que a "viúva-negra" deixou o mercado. Em 1993 as novas regras de produção na Zona Franca de Manaus passavam a considerar nacionais -- impondo alíquota de importação de apenas 4,8%, em vez de 40% -- motocicletas montadas com componentes estrangeiros (sistema CKD, completely knocked down, completamente desmontadas). O programa poderia ser mantido por 18 meses até a progressiva nacionalização dos produtos.

Embora a Yamaha não tenha inserido nesse sistema uma esportiva de média cilindrada (trouxe apenas a grande FZR 1000 e a XJ 600S Diversion, estradeira de perfil bem mais comportado), não considerou viável continuar produzindo a RD 350 R, com seu conteúdo nacionalizado e sem competitividade ante os componentes estrangeiros. Assim, ainda naquele ano passava à história um mito sobre duas rodas, a mais bem-sucedida moto de rua de média cilindrada derivada diretamente das pistas. Um sucesso de duas décadas em suas várias gerações.