segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Moto Mulher



Recebi por e-mail..
Uma moto diferente...
vai que a moda pega e cada moto vira uma mulher fruta...
Imagine o tamanho do tanque de uma moto da Mulher Melancia..


sábado, 3 de setembro de 2011

Raridades abandonadas do Museu de Caçapava









O teto não cai mais sobre os carros do antigo Museu Paulista de Antiguidades Mecânicas, em Caçapava (SP), distante 100 km de São Paulo, . Resgatados um a um, os 27 modelos sobreviventes (ou o que restou deles) foram levados para o galpão da Secretaria de Cultura da cidade.

Assassinado em 1975, Lee deixou uma fina herança que foi, durante longos anos, mal administrada. Após um acordo entre a prefeitura e a herdeira da coleção, a empresária Mariangela Matarazzo Lee (filha de Lee com Maria Pia Matarazzo), os carros, entre outros itens raros (motores, peças de avião, pôsteres clássicos...), foram cedidos à cidade e salvos de suas catacumbas, onde jaziam totalmente abandonados desde o final dos anos 80, mesmo tendo sido tombados pelo Patrimônio Histórico desde 1982.










Fonte You Tube.


Historia de Roberto Lee Fundador do Museu Caçapava.

(em pé) ao lado do Willys Knight em 1970



O que um dia foi a primeira grande coleção de carros antigos no Brasil tornou-se um sombrio cemitério de automóveis.Um dos 50 Tucker produzidos no mundo está escondido num canto escuro. Sem o motor, o painel original e o característico farol central dianteiro, que se movimentava na mesma direção do volante.
Em bom estado de conservação, um modelo desses pode valer meio milhão de dólares nos Estados Unidos. Mais adiante, outra pérola, em estado precário: um Packard 1939, modelo "One-Twenty". Grossas camadas de poeira cobrem o carro que um dia carregou o príncipe Phillip na passagem do membro da família real inglesa por São Paulo em 1968. Noutro canto, há um Cadillac Coupé 1950 cuja direção foi roubada.
O mesmo aconteceu com rodas, emblemas de radiador e até bancos inteiros de outros modelos raros. Esse cenário faz parte de uma história digna dos textos do escritor Nelson Rodrigues. Envolve um crime passional que causou comoção em São Paulo nos anos 70 e uma briga entre membros de uma das famílias mais tradicionais da cidade. Condenada pelas circunstâncias, a frota de 26 preciosidades cumpre pena num galpão de 850 metros quadrados, na cidade de Caçapava, em São Paulo.
Lá funcionou entre 1963 e 1992 o Museu Paulista de Antiguidades Mecânicas, espaço que em seus tempos áureos atraía gente de todo o Brasil para ver de perto carros antigos tão bem conservados que pareciam recém-saídos da fábrica. Hoje, o lugar não tem luz, seu teto está caindo aos pedaços e o mato cobre a entrada. Estão guardadas no galpão verdadeiras maravilhas. Numa avaliação conservadora realizada com ajuda do colecionador Sérgio Ribeiro, encontram-se por ali cerca de 250 000 dólares em veículos antigos, um patrimônio que agora pode ressuscitar. Um projeto de lei enviado à Câmara Municipal de Caçapava prevê que o acervo passe às mãos da prefeitura local, que se encarregaria de recuperar os carros e reabrir o espaço.
té o fim de agosto a idéia ainda não havia sido apreciada pelos vereadores. Se aprovada, ela vai ajudar a recuperar parte da fabulosa obra de Roberto Lee, o fundador do museu. O péssimo estado dos carros não representa uma missão impossível para os especialistas. "Os carros estão em bom estado, considerando o tempo que ficaram abandonados", afirma Eduardo Lambiasi, da R&E Restaurações, oficina paulista das mais respeitadas no país nessa área. Roberto Lee começou a colecionar carros antigos com a aquisição de um Fiat 1926. Tempos depois, numa garagem do bairro de Pinheiros, em São Paulo, encontrou um Hispano-Suiza 1911. Restaurado, ele se tornou uma das principais atrações de sua coleção.
Assim que farejava boas oportunidades, largava os negócios e saía à caça. Chegava a passar temporadas rodando o Brasil em busca de modelos. "Ele se tornou o primeiro no país a cultivar a imagem dos automóveis antigos", afirma o piloto Bird Clemente. Herdeiro de uma das famílias quatrocentonas de São Paulo, Lee mantinha um escritório de fusões de empresas e circulava pelas altas rodas da sociedade. Vivia cuidando da coleção de carros em Caçapava e, muitas vezes, saía direto de lá para jantar no restaurante do hotel Hilton, um dos mais elegantes de São Paulo à época, vestindo calça jeans e botas sujas de terra. A morte do colecionador, ocorrida na tarde de 16 de junho de 1975, rendeu meses de manchetes em jornais e revistas. Lee estava em seu escritório quando levou dois tiros de um Colt 32, disparados por sua amante, Elza Leoneti do Amaral. Ela contou à polícia que havia matado Roberto porque ele não queria assumir Andréia Cristina, sua filha de 1 ano. Ela seria fruto do romance entre os dois, iniciado por causa de um Cadillac preto, modelo Fleetwood, de 1954.
Ele adicionou o carro ao acervo do Museu de Caçapava em abril de 1973 e encantou-se com a loira que lhe vendeu o automóvel. O Cadillac havia pertencido ao primeiro marido de Elza, o empresário Anésio Augusto do Amaral Filho, que também morreu em circunstâncias trágicas. Seu corpo foi encontrado num dos aposentos da residência do casal, com uma bala na cabeça, em outubro de 1966. Nas mãos de Anésio estava o mesmo Colt 32 usado por Elza para matar Roberto Lee. A coincidência foi explorada pelos jornais de época, que tratavam a mulher como "a loira assassina" nas manchetes.
Ela foi condenada a oito anos de prisão pelo assassinato de Roberto Lee. O caso chamou atenção também por envolver sobrenomes graúdos da sociedade. Do patrimônio do pai de Roberto, o industrial Fernando Eduardo Lee, ganhou fama uma ilha no litoral paulista, pioneira no país na utilização de energia eólica e solar. Além de nascer em berço de ouro, Roberto casou-se em 1960 com Maria Pia Matarazzo, filha caçula do italiano Francisco Matarazzo, que construiu em São Paulo um dos maiores impérios industriais do país no começo do século passado.
Em valores atualizados, o Conde Matarazzo, como era conhecido, amealhou um patrimônio de 20 bilhões de dólares - o que o colocaria hoje na sexta posição da lista dos homens mais ricos do mundo da revista Forbes. Roberto e Maria Pia tiveram uma filha, Mariângela, mas o casamento durou pouco. Quando foi assassinado, o colecionador estava morando com sua segunda mulher, Yara Siqueira. Daí seu constrangimento em reconhecer na época uma filha com Elza Leoneti. O Museu fechou após a morte de Lee em função de uma briga familiar.
O pai do colecionador, Fernando, desentendeu-se com a neta Mariângela quando ela começou a vender parte da coleção do pai. Modelos como o Hispano-Suiza foram arrematados por aficionados do exterior. Mariângela dividiu o dinheiro com a outra herdeira, Andréia Cristina, que acabou sendo reconhecida como filha legítima de Roberto depois do assassinato. Em sua época áurea, o museu tinha cerca de 60 carros expostos. Depois do assassinato, alguns foram devolvidos aos antigos donos. Cerca de 20 modelos que estavam em nome de Roberto Lee entraram no espólio e acabaram negociados por Mariângela. Ficaram de fora da partilha os 26 carros que não estavam em nome do colecionador.
São os que permanecem até hoje em Caçapava. Num texto distribuído aos visitantes da coleção, Roberto comparava sua paixão pelas antiguidades a um vírus. "Uma vez inoculado o micróbio, adquirimos uma moléstia incurável e o resultado geralmente são mãos sujas, roupas rasgadas, garagem atulhada de cacarecos", escreveu ele. Lee passava finais de semana separando peças antigas e restaurando com as próprias mãos os modelos. Ele construiu uma rede de informantes, que o avisavam quando viam algum automóvel interessante.
Metódico, anotava em fichários as principais informações dos modelos, junto com um dossiê fotográfico sobre as condições dos modelos. Muitas vezes, enviava um "laranja" para iniciar as negociações. O advogado José Nestor Hopf executou esse papel no início dos anos 70. Ele também costumava viajar com Lee para garimpar as preciosidades fora do estado de São Paulo. A atividade tinha sempre um sabor de aventura. Uma das primeiras jornadas teve como destino Belo Horizonte, em busca de um Chevrolet 1923. O carro estava numa chácara, aparentemente abandonada. Eles resolveram entrar e acabaram tomando um grande susto. "O caseiro saiu atrás de nós disparando uma carabina", afirma Hopf. "Corremos como nunca."
Não foi a única fuga na carreira da dupla enquanto garimpavam carros preciosos. Noutra ocasião, escaparam de um policial à noite na Via Dutra. "Eu estava ao volante de um Cadillac e o Roberto roncava ao meu lado, quando fomos parados por um guarda", diz o advogado. "No instante em que despertou, o Lee tomou os documentos do policial e me mandou acelerar. Fugi com o coração na mão." Foi o próprio Hopf quem acabou indicando ao amigo o Cadillac 1954 que pertencia a Elza Leoneti do Amaral. "Vi o carro guardado numa garagem perto de casa e logo depois liguei ao Roberto, que me pediu para intermediar a negociação", diz. Como fazia em todas as ocasiões, Hopf registrou com sua máquina fotográfica o momento em que Lee tomava posse do carro. Mesmo em estado precário, o acervo deixado por Lee no Museu merece respeito.
Lá está o Alfa Romeo P3 Grand Prix, de 1932, um bólido capaz de atingir mais de 200 km/h e que, nas mãos da corredora francesa Helle Nice, causou em 1936 um acidente que matou oito pessoas numa corrida nas ruas de São Paulo. Depois do desastre, o carro ficou perdido durante algum tempo, até ser localizado pelo relações-públicas Alberto Reis nos fundos de um posto de gasolina em Ouro Preto, no interior de Minas Gerais. "O 'charutinho' vermelho estava em cima de um cavalete e, quando soube que o dono estava disposto a vender, liguei para ele", afirma Alberto. "No dia seguinte, Roberto já estava lá, colocando o Alfa em cima de uma carreta para trazê-lo a São Paulo."
Há apenas dois carros nacionais na frota que restou no Museu de Caçapava. Um deles é um Maverick 1973 amarelo, o primeiro modelo do tipo a rodar por aqui. O outro brasileiro também é uma raridade. Trata-se do Capeta, um protótipo de carro esportivo da Willys apresentado no Salão do Automóvel em 1964. Ele vinha equipado com um motor Aero-Willys de seis cilindros e seu design lembrava um pouco o Interlagos, o primeiro carro esportivo construído no Brasil. As grande paixões de Roberto Lee, os Packard e os Cadillac, estão bem representadas no Museu de Caçapava (veja ficha com o inventário do acervo ao lado).
O mais valioso deles é o Packard One-Twenty, que carregou o príncipe Phillip por São Paulo, tendo como chofer o próprio Roberto Lee. Durante um desfile, o membro da família real britânica espantou-se quando a primeira-dama do estado, Maria do Carmo, mulher do então governador Abreu Sodré, cumprimentou o motorista com um beijo no rosto. Diante do ar de surpresa de Phillip, Maria do Carmo explicou que ela e Lee eram velhos conhecidos.
Depois, na subida do Vale do Anhangabaú, no centro de São Paulo, o Packard enguiçou e teve que ser empurrado. Perdidas no Museu de Caçapava, essas máquinas fabulosas podem agora voltar à vida trazendo seu passado glorioso caso o local seja reaberto pela prefeitura de Caçapava, como era o desejo de Lee. Como se estivesse prevendo a tragédia que acabou com sua vida, nove dias antes de ser assassinado pela amante ele encaminhou uma espécie de carta-testamento ao pai. "Procure uma fórmula de manter o museu em funcionamento", anotou, a certa altura da correspondência. "E que ele sobreviva a nós todos".

Fonte:http://criticandoataiada.blogspot.com/2009/02/tragica-historia-do-fundador-do-museu.html

Custom Kawasaki Vulcan








Fonte Auto Mais.

Tradição em Evolução
Autêntica combinação do conforto de uma estradeira com a performance de uma moto de grande cilindrada, a Kawasaki Vulcan 900 Custom certamente chamará a atenção com seu design moderno. Seja para longas viagens, para uso urbano ou simplesmente estacionada, a Vulcan 900 Custom certamente será motivo de orgulho para o proprietário.

Especificações

Motor 4 tempos, 2 cilindros em V, refrigeração líquida
Cilindrada 903 cc
Diâmetro x curso 88,0 x 74,2 mm
Taxa de compressão 9,5:1
Sistema de Válvulas SOHC, 8 válvulas
Potência máxima 37 KW (50 CV) / 5.700 rpm
Torque máximo 78 N·m (8,0 kgf·m) / 3.700 rpm
Transmissão 5 velocidades
Inclinação / Trail 33° / 182 mm
Tipo de Quadro Dupla trave tubular em aço
Pneu dianteiro 80/90-21M/C 48H
Pneu Traseiro 180/70-15M/C 76H
Dimensões C x L x A 2.405 mm x 895 mm x 1.120 mm
Suspensão dianteira Garfo telescópico de 41 mm
Suspensão traseira Uni-Trak® com pré-carga da mola ajustável em 7 níveis
Freio Dianteiro Disco simples de 300 mm, pinça com pistão duplo
Freio Traseiro Disco simples de 270 mm, pinça com pistão duplo
Capacidade do Tanque 20 litros
Cores Disponíveis Ebony

Fonte:http://www.speedkawasaki.com.br/conteudo/62/Vulcan-900-Custom-2011

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Titan 150 a Moto do Capeta ????

Ola povo do Motocas e Carangos.
Antes desse novo Post gostaria de agradecer a todos que acessam o Blog.
Fiquei muito feliz em ver que estou entre os 30 mais acessados na categoria Autos e Acessórios do Top Blog 2011.


O Post de hoje é sobre HISTORIAS QUE O POVO CONTA.
Mas exatamente sobre a Honda TITAN 150.

Na internet essa suposta Lenda Urbana é conhecida como a historia da cruz do capeta da Honda Titan 150 ou O pacto do engenheiro com o Satanás




Muitos não vão Dormir.
Alguns vão retirar essa peça.
Outros vão apenas dar risada.
Tantos vão ficar meio assim em cima do muro.
Minoria vai vender a moto amanhã mesmo.

Eu particularmente NÃO ACREDITO..
Mas respeito quem acredita .
Já ouvi falar que tem cruz no Farol, nos Pneus e etc etc etc....
Oooo Povinho Brasileiro que gosta de uma lenda Urbana.

Eu penso que tudo não passou de um Golpe baixo das concorrentes para desacelerar as vendas da Honda.
Ou uma mente muito criativa que resolveu brincar na net ao ver essa peça em sua motoca.

Mas vamos lá...



Primeiramente leiam essa Carta que caiu na Rede...

Versão Original.
Desde menino sempre tive dons para desenvolver projetos mecatrônicas, resolvi estudar e me aprofundar no assunto, morava no Brasil e resolvi estudar no Japão pois tinha dupla nacionalide.

Aos 30 anos me formei na universidade Goyake Kadani em Tókio. Aos 33 anos fui contratado como engenheiro da Honda Motors S/A do Japão para auxiliar no desenvolvimento e projetos de novas motos, passei por vários cargos, fui chefe de linha de produção por 5 anos, depois fui promovido para o setor interno até chegar ao início da minha triste história. Recebi uma ordem dos meus superiores para desenvolver e fabricar uma nova motocicleta, com 150 cilindradas para ser fornecida, principalmente, para o Brasil e Argentina.

Com muito medo de ser um fracasso, assim como a AERO 150, lancei o modelo. Infelizmente, não obtivemos, no início, as vendas que esperávamos, e as motos começaram a dar problemas e gerar processos para a Honda. Em dezembro de 2004 tive um sonho, em que aparecia uma santa dizendo para eu procurar um centro espírita, pois ela tinha uma mensagem importante para me dizer. Sem acreditar muito nessas coisas (eu sempre fui budista) fui a um centro, foi muito difícil encontrar, mas consegui.

Chegando lá, falei de todos os meus problemas e fui atendido em uma sexta-feira à meia noite. Recebi uma proposta de dois exus, de mudança de vida, aceitei mesmo sem acreditar muito nisso, fiz um pacto de sangue, onde são cortados os dois dedos mínimos e oferecidos com sangue de animais sagrados para os exus.

Também tive que tomar e fizeram em minha testa uma cruz de ponta cabeça com o sangue.

Todo o ritual foi assistido por imagens e pessoas que faziam parte daquela comunidade espírita. A partir daí, minha vida começou a mudar, minha família, meu trabalho estava indo bem, antes da virada do ano, ainda em 2004, recebi uma visita dos exus, eles pediam algo em troca por tudo o que haviam me dado, inclusive o sucesso e a fama da moto.

Me disseram que antes do início da fabricação das TITANS 2005 eu deveria fazer uma peça, cujo desenho eles iriam me mostrar, e, se eu aceitasse, as motos iriam vender cada vez mais. Com muita ganância eu aceitei, sem ver o desenho da peça, pois eu já confiava neles. Foi então que me mostraram uma cruz no calvário e pediram para que eu fizesse esta peça, o mais parecido com a imagem que eu havia visto, e que eu a colocasse de ponta cabeça em algum lugar da moto, escondido, mas tinha que ser uma peça que não tivesse serventia para nada.

Como as vendas estavam indo muito bem, eu não queria parar, pois tinha um contrato com o Brasil de 10 milhões de unidades e a Honda não podia falhar.

Fiz a peça e obtive os resultados esperados, até mais, os diretores e encarregados de marketing tiveram os seus ordenados aumentados e tudo corria bem, quando em 2006, no mês de março, recebi mais uma visita dos exus pedindo mais sacrifícios. Ao ver o que eles queriam, percebi que desta vez era impossível, pois pediam que eu sacrificasse meu próprio filho em um ritual macabro, e, claro, eu não aceitei pois eu o amava muito.

Aí então começou toda a desgraça! Me separei da minha esposa, meu filho foi assassinado em um assalto e os meus pais afundaram em um barco na praia.

Fiquei sozinho, percebi então que era somente o começo.

Ao ficar doente, procurei um hospital e percebi que estava com inúmeras doenças, entre elas o câncer. Hoje estou em uma cama, não movimento meus membros da cintura para baixo, e estou tentando fazer este apelo, pedindo para todos os donos das motos tirarem as cruzes e as destruírem!

Não sei se vou conseguir, mas segundo uma evangélica que me visitou, disse que se todas as cruzes forem destruídas eu ainda posso sobreviver. Conto com todos os proprietários das motos. Sei que é difícil, mas ajudem a divulgar isso pelo mundo.

POSTEM COMENTARIOS SE POSSIVEL, PORÉM NÃO SEI ATÉ QUANDO VOU ACESSAR ESTE ORKUT POIS ESTOU A BEIRA DA MORTE!!! CONTO COM OS BRASILEIROS PRINCIPALMENTE!!!!!!


Então..
O autor da mensagem não se identifica, não diz onde mora nem fornece nenhuma informação capaz de possibilitar a sua localização.

Ele afirma: Ao ficar doente, procurei um hospital mas não diz onde fica esse hospital nem o nome dele. Sequer menciona a doença que o acometeu.

Desesperado e à beira da morte por que não se identificar?


Como chefe de linha de produção, depois promovido para o setor interno, o suposto engenheiro deveria saber escrever corretamente o nome da empresa onde trabalha, a razão social dela, pois não existe nenhuma empresa denominada Honda Motors S/A. Nem no Brasil nem na China.

No Brasil, a empresa fabricante de motocicletas tem como razão social Moto Honda da Amazônia Ltda. Limitada e não Sociedade Anônima. E no Japão ela se chama Honda Motor Co., Ltd.
Agora cada um tira a sua conclusão.



Mas segundo O Estado de São Paulo, a Honda divulgou nota "... informando que a peça, chamada de Clamp H 25 tem a função de proteger e posicionar adequadamente a fiação principal localizada na parte interna do sistema de iluminação do farol, a fim de evitar rompimento dos fios ou mau contato. A retirada dificulta a manutenção do farol e a vida útil da fiação é reduzida."

Essa é mais uma HISTORIA QUE O POVO CONTA... kkkkk
Até mais Povo do Motocas e Carangos.


sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Jens Sorensen e os 200 Carros Zero Km esquecidos em Revedendora


Amigos que acessam MOTOCAS E CARANGOS
Essa é uma historia muito interresante, algo surreal como menciona o pessoal da AUTOZINE de onde encontrei a postagem, é algo que certamente não se encontra muitas vezes na vida. Essa Postagem é sobre a história de Jens Sorensen, um dinamarquês que por muitos anos foi revendedor de carros e caminhões da marca Fiat em seu país. Em 1981, a fábrica italiana pediu a Jens que optasse entre manter uma revenda de carros ou uma de caminhão, não as duas, Jens optou por manter a revenda de caminhões, e parou de vender automóveis.
Porém é ai que surge o fato surreal, quando Jens parou de vender os automóveis, ele tinha cerca de 200 deles em estoque. Ele não “desovou” o estoque, ele não vendeu nada, simplesmente encostou em um canto da revenda, que assumiu a marca dos caminhões Fiat, que é Iveco, até que em 1986, quando ele construiu outro prédio, para a revenda, e simplesmente fechou a antiga com todos os 200 veículos dentro!
A alguns anos atrás, aos 92 anos, Jens faleceu. Seu filho, Kjeld, “descobriu” então o tesouro que seu pai havia simplesmente ignorado. São pelo menos 200 automóveis, entre usados e zero quilômetros, principalente das marcas Fiat e Lancia. Os carros estão atualmente sendo vendidos por preços que variam entre €600 e €6500. Um detalhe curioso , na revenda existem vários Fiat 127, zero quilômetros (marcando entre 10 e 30km no odômetro), mas que não podem ser vendidos para uso já que não podem mais ser registrados no departamento de trânsito, por não obedecerem às regras vigentes de emissão de poluentes!

ESSA NÃO É MAIS UMA HISTORIA QUE O POVO CONTA...CONFIRAM AS FOTOS DO LUGAR...
































Fonte: http://autozine.com.br/inusitados/os-carros-zero-de-27-anos-de-idade

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Caravan












A perua Caravan chegava ao mercado em 1975. Um projeto iniciado em 1971, apresentado em uma única versão 4 cilindros, a perua Caravan, podia receber opcionais como motor 6 cilindros, transmissão automática, câmbio três ou quatro marchas, direção hidráulica ou outros, à escolha do comprador.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011